Editorial: Estimados colaboradores e amigos


Para 2021 as palavras são responsabilidade e entusiasmo.

Cresci vendo meu pai trabalhar. E aqui uso os verbos “crescer” e “trabalhar” buscando um sentido mais amplo do que a significação importante que eles já trazem. Porque, para meu pai, trabalhar não era apenas uma atividade produtiva – o que já seria muito. Trabalhar era também criar coisas, descobrir soluções, inventar o que ainda não foi feito. Trabalhar era estabelecer relações, fazer amizades, construir laços. Trabalhar era descobrir talentos, incentivar pessoas, acreditar no potencial humano.


Meu pai falava de muitas coisas. Nunca falou: “observe, estou te ensinando”. Mas estava sempre ensinando a quem quisesse ver: pelo compromisso com a qualidade em tudo o que fazia, pela solidez no que empreendia, pela persistência. Foi exemplo de empresário destemido e incansável. Atravessando o Nordeste em busca de melhores condições, construiu, ao lado do irmão Valdecy, o grupo empresarial que é sinônimo de força, oportunidade e de fé em dias melhores. O que ele nos ensinava quando enfrentou aquele final dos anos 1950, marcado por uma grande seca, era: quando você pensar que a situação está difícil, chegou a hora de arregaçar ainda mais as mangas. É possível!


Nesse ano de 2020 nos deparamos com um inimigo impensável – a Covid-19 e todas as suas consequências. Meu pai nos deixou nos primeiros meses dessa crise sanitária, em decorrência de outros problemas de saúde. Deixou seus exemplos comigo, com meus irmãos, seus amigos, admiradores, os colaboradores de diversas empresas - que se tornaram parceiros. Hoje, diante do cenário que se apresenta, somos capazes de imaginar o que ele nos diria: “Nós vamos enfrentar!” Dessa forma, volto ao primeiro verbo: “crescer”. Porque só na adversidade a gente reconhece verdadeiramente que cresceu. É ela que nos dá oportunidade de reafirmar nossos valores e de persistir. Em 2021, eu convido vocês a fazermos o que meu pai faria: nós vamos enfrentar.

E vamos fazer isso da maneira como ele faria: com responsabilidade e entusiasmo. Sem ignorar as limitações próprias desse tempo, mas sendo incansáveis na busca de soluções. Vamos fazer isso respeitando as pessoas, as cidades, as culturas de todos os lugares onde estamos. E, como ele faria, vamos fazer isso sem descuidar da alegria. Porque ele também nos ensinava: há o tempo de trabalhar e há o tempo de festejar. Pois a felicidade de acreditar e de realizar também há de ser combustível para nossos dias.


Meus mais sinceros votos de um Feliz Ano Novo!


João Claudino Fernandes Júnior

 

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